29 de julho de 2010

Militar resgata filhote chutado como bola no Afeganistão.

A gente sabe que existe gente ruim em todo canto do mundo.

No Brasil mesmo a gente fica sabendo de cada barbaridade que faz doer a alma..., mas quando ouvimos falar de afegãos logo vem à mente Osamas e aquele "plus" extra no indíce da maldade.

Esse pobre cachorrinho teve muita sorte...

Jana

"Um filhote de cachorro com apenas alguns dias de vida foi resgatado por uma militar britânica no Afeganistão que o viu ser chutado como uma bola de futebol por um grupo de crianças. Segundo a médica militar Sarah Marriott, de 30 anos, o cão era do tamanho de sua mão quando ela o resgatou, há seis meses, durante uma patrulha a pé na província de Hellmand. Ela diz que o dono do filhote havia pedido aos meninos que o afogassem, porque ele não o queria.

Em sua descrição, as crianças tratavam o cachorro como um brinquedo. A soldado diz que quando o encontrou, o cão estava em um estado tão precário que ela achou que ele não conseguiria sobreviver. Marriott levou o cão à sua base e conseguiu recuperá-lo graças a uma dieta de mingau de aveia e apresuntado enlatado, além de muito carinho.

Transporte

Após seis meses de tratamento, ela conseguiu que a organização de proteção dos animais Nowzad Dogs o transportasse de avião para o Reino Unido. O filhote foi batizado de Reorg, que é um jargão militar para descrever uma sessão de análise de uma operação após sua execução.

Reorg foi levado o Reino Unido no compartimento de carga de um avião, ao custo de 3.500 libras (cerca de R$ 9.600) e está em quarentena em um canil na região de Devon, no oeste do país. Assim que o cachorro for liberado da quarentena, Marriott pretende entregá-lo a parentes para que cuidem dele.



Fonte: http://noticias.uol.com.br/bbc/2010/07/29/militar-resgata-filhote-de-cao-chutado-como-bola-no-afeganistao.jhtm "

Um comentário:

Rosa disse...

Não é ainda pior que sejam crianças a chutar um cachorro como se fosse bolaMas, como exigir dessas crianças algum tipo de amor à vida ou a animais se elas não vivenciam isso nem em relação à própria vida humana? Se a nossa espécie se mata frequentemente como esperar compaixão pelas outras espécies?

Essa notícia é muito triste. E não (só) pelo cachorrinho, que até que teve muita sorte.

Beijos!! Rosa